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Jogo online simula departamento de TI

No lançamento da Intel, jogadores enfrentam todas as dificuldades do dia-a-dia de um gerente da área. A brincadeira é chance para testar habilidades

Esta semana a Intel lançou no Brasil o simulador on-line IT Manager Game 2.0. Seguindo a linha de jogos como The Sims e o popular Second Life, o ITMG2 reproduz o dia-a-dia de um gerente de TI, exigindo que o jogador controle orçamentos e despesas, combata ataques virtuais, faça contratações e demissões, além de garantir que os funcionários da empresa tenham desempenho, equipamentos e suporte adequados.

“O IT Manager Game dá aos gerentes de TI, profissionais ou aspirantes, a chance de testar suas habilidades e competir com outros profissionais – explica o Diretor de Business Marketing da Intel para a América Latina, Nuno Simões.

O jogo pode ser usado para avaliar, por exemplo, como o participante reagiria ou se prepararia para situações comuns dentro de uma área de TI, como ataques aos computadores ou gerenciamento das equipes. Além disso, é também uma ferramenta de marketing para a Intel, já que a “empresa virtual” precisa recorrer às soluções da fabricante para atingir seus objetivos.

As situações do jogo se tornam mais complexas à medida que a empresa cresce. Entre outros desafios, é preciso decidir prioridades de uso do orçamento, dar férias aos funcionários e organizar treinamentos para aumentar seus desempenhos. O ITMG2 mostra ainda o ranking dos líderes do jogo, listando as empresas virtuais mais lucrativas. Lançado em 146 países, o jogo conta com 1,2 milhão de page views e 35 mil jogadores registrados no mundo todo, na maioria profissionais e estudantes de TI.

O IT Manager Game 2.0 é gratuito e está disponível em http://itmg2.intel.com/por/.

Fonte: http://www.timaster.com.br



Escrito por Ramon Leonn às 03h05
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GOOGLE CONSEGUE CONTER FRAUDES EM ANÚNCIOS ONLINE

O Google revelou na semana passada dados que indicam que, embora o sistema de publicidade com pagamentos vinculados ao número de visitantes continue sofrendo ataques regulares de trapaceiros, praticamente todos os truques em uso são detectados automaticamente. Isto serve para rebater acusações de críticos que afirmam que a publicidade online é um ímã para fraudes.

A fraude publicitária pode ocorrer quando os responsáveis por um site tentam fazer o sistema de publicidade do Google computar como visitadas páginas a que internautas nunca tiveram acesso, ou quando concorrentes dessas páginas usam programas automatizados que criam falsas visitas, elevando o custo das propagandas para os anunciantes alvo do ataque
.

As visitas inválidas também acontecem regularmente quando os consumidores clicam sobre um anúncio e depois instantaneamente clicam no botão de retorno do programa de navegação. O Google afirma desconsiderar essas ocorrências.

Financeiramente, isso quer dizer que os computadores do Google rejeitam automaticamente cerca de 10% do total potencial de visitas que poderiam ser computadas como publicidade. Tendo em vista o nível atual de faturamento do grupo, isso significa que as visitas consideradas inválidas custam cerca de US$ 100 milhões ao ano em receita à companhia, disse o executivo responsável pela área.

Shuman Ghosemajumder, gerente de produtos do Google para assuntos de confiança e segurança, declarou em entrevista que por volta de 10% da atividade de pagamento por clique em média são inválidas, e em alguns casos fraudulenta. Apesar disso, o executivo informou que os computadores da empresa detectam praticamente todos esses problemas, o que significa que os anunciantes não pagam por essas ocorrências.

A percentagem de visitas inválidas efetivamente identificada pelos clientes do Google é de 0,02% do total de visitas, disse ele. Os internautas clicam bilhões de vezes por mês em anúncios de formato texto e outros formatos veiculados no Google.com e em sites afiliados.

As críticas ao núcleo do sistema de geração de receitas do Google atingiram um pico no ano passado, quando vários grupos da indústria e especialistas publicaram estatísticas mostrando taxas de fraude de dois dígitos, com alguns números beirando os 30% ou mais de todos os cliques registrados por anúncios.

Acordo

O Google, que afirma que mantém como secretas partes de seu sistema de busca para impedir manipulação, respondeu às críticas lançando uma campanha contra sites que violaram as regras do programa de publicidade e redobrou esforços para educar os anunciantes sobre sua tecnologia.

A empresa também fechou acordo em um processo coletivo aberto nos Estados Unidos em março passado e que acusava a companhia e outros serviços de anúncios na Web de não policiarem seus sistemas contra fraudes. O Google concordou pagar até US$ 90 milhões como reparação potencial de danos.

Fonte:
Jornal do Commercio
REF: Empresas Pontocom - Publicidade Online

em 02/03/2007   

Escrito por Ramon Leonn às 00h26
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LinuxBIOS

 

A placa-mãe Gibabite M57SLI-S4 será a primeira a vir com o LinuxBIOS, graças ao trabalho do engenheiro da AMD Yinghai Lu que disponibilizou seu código sob licença GNU no último mês. A placa é baseada no chipset NVIDIA nForce 570 SLI, e no soquete AM2, da AMD.

Ela suporta os processadores da AMD Aphlon 64 X2, Athon 64 FX e Athlon 64; possui 2 slots PCI Express x16 e 3 x1, 2 slots PCI, 3 portas 1394a (FireWire), 10 portas USB, capacidade máxima de 16GB de RAM, SATA RAID e 6 slots SATA de 3Gb/s.

O LinuxBIOS foi um projeto fundado para tentar amenizar o monopólio de softwares proprietários no BIOS, ou seja, usa uma versão modificada do kernel do Linux para cumprir o seu papel no BIOS. Segundo o site oficial, além de ser totalmente personalizável, o LinuxBIOS é muito mais rápido, seguro, eficaz e livre de royalties.

"Essa é uma enorme vitória em questão para um computador ser completamente livre, o que irá permitir que os usuários tenham controle total sobre seu hardware. A "Free Software Foundation" tem feito a campanha para uma BIOS livre como prioridade porque é uma grande chave para o mundo do software em computadores pessoais. (...) Numa perspectiva prática, o LinuxBIOS remove a necessidade de "gambiarras" no kernel para compensar os BIOS cheias de bugs, pois os próprios usuários poderão corrigi-las." disse Brandon Howard ao lkml.org.

Para mais informações, acesse:

http://lkml.org/lkml/2007/2/21/490

http://linuxbios.org/Welcome_to_LinuxBIOS

 

Fonte: www.guiadohardware.net



Escrito por Ramon Leonn às 01h48
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